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ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES
Determinação do valor de mercado; Avaliação, reavaliação e controle patrimonial; Estudo econômico-mercadológico...
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Perícia em Edificação é a determinação da origem, causa e mecanismo de ação de um fato, condição ou direito relativo...
VISTORIAS EM EDIFICAÇÕES
Vistoria em edificação é a constatação técnica, condição ou direito relati...
INSPEÇÕES DE EDIFICAÇÕES
Mais abrangente que a Vistoria, a Inspeção em edificação é a análise técnic...
Metodologia As publicações sobre Engenharia de Avaliações no Brasil iniciaram nos primórdios do século passado datando os primeiros textos de 1918. A partir desta data o crescimento foi significativo com grande influência de profissionais da área, como o paulista Luiz Carlos Berrini o qual foi autor de livros sobre a técnica de avaliações, publicados entre 1941 e 1953.
Naquela época, apesar dos métodos rudimentares e baseados fortemente no empirismo, já eram utilizadas fórmulas consagradas livremente em todo o país. A Inferência estatística entretanto, foi introduzida apenas a aproximadamente 30anos, com grande influência do engenheiro Domingos Barbosa Saboya Filho, residente então no Rio de Janeiro. Nomes importantes seguidores de Saboya foram José Fiker, Fernando Guilherme Martins e Hélio de Caíres, tendo grande contribuição no desenvolvimento da nova técnica. No Rio Grande do Sul, nomes importantes e também conhecidos nacionalmente são Ibá Ilha Moreira Filho, André Maciel Zeni e Luiz Fernando Möeller.
Atualmente, a Inferência Estatística na avaliação de imóveis, é utilizada pela maioria dos profissionais, principalmente os engenheiros e arquitetos peritos avaliadores, por ser um procedimento científico bastante objetivo o qual permite uma avaliação com grande isenção de subjetividade, possibilitando a obtenção de elevado grau de Fundamentação e Precisão.
Os processos de avaliação de bens e perícias técnicas iniciam com um diálogo franco e aberto com o cliente visando o conhecimento de seus objetivos, de forma a possibilitar uma relação de confiança e fidelização, onde as informações e dados fornecidos são tratados com a mais absoluta reserva e seriedade, indispensáveis para a realização de um trabalho de qualidade.
Nos casos de avaliação de bens imóveis, o levantamento dos elementos amostrais se constitui no alicerce do processo onde o objetivo é a obtenção de uma amostra representativa para explicar o comportamento do mercado, sempre cuidando para a correta escolha das variáveis que melhor representem as características importantes na formação do valor.
Finalmente, de posse dos dados coletados, é chegada a hora da escolha do método científico à ser utilizado, devendo ser o mais indicado para o fim de conceder a confiabilidade e precisão exigidos, onde os elementos amostrais passam por uma rigorosa bateria de testes e pressupostos, de forma a permitir uma grande isenção de subjetividade, transmitindo à avaliação a confiabilidade dos graus de fundamentação e precisão estatísticos previstos na NBR 14653-2.
MÉTODOS CIENTÍFICOS
Método Comparativo Direto de Dados de Mercado
O Método Comparativo Direto é o mais utilizado e recomendado por permitir a determinação do valor levando em consideração as diferentes tendências e flutuações do mercado imobiliário, uma vez que são pesquisadas as características intrínsecas e extrínsecas e os atributos que exercem influência na formação dos preços e, conseqüentemente, no valor, sendo estes ponderados por Inferência Estatística.
A utilização da Inferência Estatística é feita a partir de um modelo matemático adequado, conhecido como Modelo de Regressão, que permite uma avaliação com grande isenção de subjetividade, e que, submetido a diversos testes, transmite à avaliação a confiabilidade dos graus de fundamentação e precisão estatísticos previstos em norma.
Método Evolutivo
O Método Evolutivo é considerado como método eletivo para a avaliação de imóveis cujas características sui generis impliquem a inexistência de dados de mercado em número suficiente para a aplicação unicamente do Método Comparativo Direto de dados de mercado.
Sobre o valor das benfeitorias, calculado pelo Método da Quantificação de Custo, aplicamos a depreciação, ou seja, a diminuição do valor em função do decréscimo de sua utilidade devido ao uso normal e estado de conservação. Para este fim, empregamos a Tabela de Ross-Heideck, consagrada por sua utilização no meio da engenharia de avaliações.
Desta forma, a composição do valor total do imóvel avaliando é obtida a partir do valor do terreno acrescido do custo de reprodução das benfeitorias, devidamente depreciado e com a consideração do Fator de Comercialização.
Método Involutivo
Identifica o valor de mercado do bem, alicerçado no seu aproveitamento eficiente, baseado em modelo de estudo de viabilidade técnico-econômica, mediante hipotético empreendimento, compatível com as características do bem e com as condições do mercado no qual está inserido, considerando-se cenários viáveis para execução e comercialização do produto.